Olaaaaá, que bom te ver por aqui, pronto para mais um conteúdo inédito?
Vamos lá,
Neste post vamos estudar com profundidade a Segunda Raça Mãe Hiperbórea.
É de suma importância que se você ainda não leu o Post Anterior “A Primeira Raça Mãe Bórea ou Adâmica” clique no título e leia primeiro este post, pois sem a leitura e compreensão da primeira raça, ficará mais dificil para entender a sua continuidade.

Segunda Raça – Nasceu sob a influência do planeta Júpiter (Brihaspati). Os espíritos da Natureza ou devas inferiores conglomeraram ao redor dos chhāyās (sombras) películas de matéria mais densa, formando uma espécie de envoltório externo, e o exterior (o chhāyā) da Primeira Raça passou a ser o interior (o duplo etéreo) da segunda. Estas formas filamentosas e de cores brilhantes (amarelo-ouro, alaranjado etc.), heterogêneas na aparência, de figuras diversas, assemelhavam-se a vegetais ou animais e frequentemente apresentavam contornos semi-humanos. Autuavam no espaço, subiam, deslizavam de lá para cá e se chamavam entre si com sons aflautados. A consciência da Mônada nesta Raça responde debilmente à consciência búddhica. Adquire um novo sentido, o tato, respondendo assim às impressões do ar e do fogo. Esta Raça apresentava dois tipos principais de reprodução: por expansão e brotamento (geração assexuada) e através do suor com indícios de sexualidade, fato este que deu a seus indivíduos o nome de andróginos latentes. Esta Raça passou a residir no Segundo Continente, chamado Hiperbóreo ou Plakcha, que ocupava o atual norte da Ásia, junto com a Groenlândia e a península de Kamschatka. Também faziam parte deste continente a ilha de Apitzberg, Suécia e Noruega, estendendo-se pelo Sudoeste até além das Ilhas Britânicas. A baía de Baffin era então terra firme. O clima era tropical e o solo coberto de vegetação exuberante.